Pente-fino no varejo: Anatel confisca 1,3 milhão de aparelhos piratas nas lojas


O governo brasileiro realizou uma ofensiva contra o mercado cinza entre os meses de janeiro de 2025 e janeiro de 2026 por meio da Anatel que tirou de circulação mais de 1 milhão de aparelhos eletrônicos perigosos para o consumidor. De acordo com números da própria Anatel, a agência conseguiu confiscar 1,3 milhões de produtos irregulares do varejo nacional no período, em um valor total que ultrapassa a marca de R$ 136 milhões.

O alvo principal da fiscalização não é o smartphone de luxo — uma outra briga da agência que teve vitória recente sobre a Amazon —, mas sim os itens baratos de uso diário. A lista de confisco tem a liderança absoluta de roteadores, equipamentos de Wi-Fi e carregadores de bateria. Esses produtos representam um risco para o consumidor porque não foram testados e, portanto, não há como garantir que não causem curto-circuito e incêndio nas tomadas.

O conselheiro da agência, Edson Holanda, detalha o perigo da economia no mercado paralelo. “O objetivo da Anatel com a fiscalização e as apreensões é a segurança do usuário, uma vez que a utilização de produtos não homologados traz riscos à saúde, devido à falta de testes de segurança elétrica e de emissão de radiofrequência”, alertou.

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