As coisas não andam lá muito boas para os Correios nos últimos anos e agora problemas com encomendas internacionais, especificamente vindas da China, prometem dificultar ainda mais a situação neste final de ano. Isso porque o serviço nacional acusa as grandes varejistas chinesas de burlar a lei para enviar produtos por meio das cartas simples, e mais baratas, quando na verdade deveriam encaminhá-los via cartas registradas, que são, no mínimo, cinco vezes mais caras.
A legislação brasileira prevê que somente a comunicação pessoal pode ser classificada na categoria mais simples, incluindo itens como papel, CD e pendrive. Agora, mercadorias despachadas por pessoas jurídicas devem ser taxadas com valor superior. Para ter uma ideia, uma correspondência de até 20 gramas não comercial tem o preço básico de R$ 1,25, enquanto até 20 gramas comercial registrado sai por R$ 6,85.
