Alexa+: veja quais dispositivos são compatíveis ou não

Dispositivos Echo com a assistente Alexa+ em destaque, expostos em uma mesa branca com o logo da Alexa+
Alexa+ roda em dispositivos Echo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Amazon lançou a Alexa+ no Brasil, uma versão atualizada da assistente virtual com inteligência artificial generativa.
  • A Alexa+ é compatível com 98% dos dispositivos, como o Echo Dot (2ª geração em diante) e o Echo tradicional (2ª geração em diante).
  • Modelos Echo Dot (1ª geração), Echo (1ª geração), Echo Plus (1ª geração), Echo Show (1ª e 2ª gerações) e Echo Spot (1ª geração) não são compatíveis.

A Amazon anunciou ontem (18/06) a chegada da Alexa+ ao Brasil, introduzindo uma versão atualizada da assistente virtual equipada com inteligência artificial generativa. O objetivo é ampliar o processamento de comandos e entregar conversas contínuas aos consumidores na maioria dos eletrônicos da companhia.

A novidade foi oficializada em um evento em São Paulo, acompanhado pelo Tecnoblog, e chega em acesso antecipado após uma etapa de testes com clientes selecionados. A Amazon utilizou o período para analisar o tempo de resposta e a precisão do reconhecimento do idioma antes da distribuição oficial.

Vale mencionar que a nova assistente já está inclusa na assinatura Amazon Prime. Para os consumidores que não participam do programa, os recursos avançados podem ser habilitados por uma assinatura avulsa, estipulada em R$ 99 mensais.

Veja os dispositivos compatíveis com a Alexa+

Os aparelhos a partir da segunda geração contam com suporte garantido. A lista de produtos habilitados inclui:

Produtos recentes, como o novo Echo Show 8, Echo Show 11, Echo Dot Max e Echo Studio, foram desenvolvidos nativamente para a plataforma Alexa+, com chips focados em IA que conseguem processar as interações com mais agilidade.

Já os modelos abaixo não são compatíveis

Projetado para IA, Echo Show 11 processa comandos mais rápido (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda que exista uma probabilidade alta de que o seu aparelho atual receba a atualização, com base em dados oficiais da Amazon que indicam 98% de compatibilidade na base ativa do Brasil, uma pequena parcela dos aparelhos não será contemplada com a atualização.

A Amazon oficializou que a Alexa+ não funciona e não será distribuída para os seguintes aparelhos:

A empresa explica que o processamento dos novos algoritmos e grandes modelos de linguagem (LLMs) acontece na nuvem, aliviando a carga sobre os componentes das caixas de som e permitindo entregar o serviço sem forçar a troca da maioria dos equipamentos.

No entanto, limitações físicas de memória e processamento dos chips mais antigos não suportam as exigências da nova Alexa turbinada.

Mas, se isso não é um problema para usuários desses produtos mais antigos, não há com o que se preocupar: a Alexa original continuará funcionando com as habilidades tradicionais de forma gratuita, apenas sem a integração com a nova inteligência artificial.

Como funciona a Alexa+?

Conforme verificamos, a Alexa+ utiliza a IA generativa para entender o contexto. Agora, o usuário não precisa mais repetir o comando de ativação “Alexa” no começo de cada nova instrução, por exemplo, o que torna as interações mais fluidas.

Segundo a Amazon, mais de 70 grandes modelos de linguagem operam em segundo plano. O software decide sozinho qual desses modelos é o mais eficiente para gerar a resposta correta. O sistema também passou por localização para identificar sotaques, gírias e expressões regionais dos brasileiros.

Pelo celular, o aplicativo da Alexa também ganha uma interface no formato de chatbot, permitindo que os clientes enviem documentos, relatórios ou imagens. A assistente lê o conteúdo do arquivo, estrutura um resumo e sugere ações, como marcar reuniões ou enviar e-mails.

O acesso antecipado já está ativo. Clientes que possuem dispositivos Echo compatíveis e desejam usar as funções da Alexa+ no Brasil podem se inscrever pela página oficial da Amazon ou utilizando o comando de voz: “Alexa, quero Alexa+”.

Relembre o anúncio global da Alexa+

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