A Meta iniciou uma série de processos judiciais contra redes de anunciantes fraudulentos localizados no Brasil, China e Vietnã. Esse movimento aconteceu após a empresa identificar o uso de deepfakes, imagens de celebridades e técnicas de camuflagem digital para aplicar golpes em larga escala.
A ofensiva jurídica da Meta contra o crime cibernético em 2026
De modo geral, a empresa entrou com processos contra grupos que usavam celebridades como isca para vender produtos falsos, promover investimentos inexistentes ou roubar dados. Ela suspendeu métodos de pagamento, desativou contas e bloqueou domínios ligados aos golpes.
Não apenas isso, como oito consultores de marketing receberam notificações por oferecer serviços que visam burlar sistemas de revisão, como aluguel de contas e “desbanimento”.
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