O que começou como uma investigação sobre jogos de azar e tráfico internacional de drogas revelou um esquema gigantesco de lavagem de dinheiro, responsável por movimentar impressionantes R$ 1,59 bilhão. Uma das partes curiosas do caso é que o ponto de virada para as autoridades não foi uma escuta ou um informante, mas sim um backup automático do iPhone de um contador.
Ao acessarem o backup no iCloud do contador Rodrigo Morgado, investigadores encontraram um verdadeiro mapa do crime organizado, cruzando extratos bancários, contratos, conversas e registros corporativos. Segundo mencionado pelo G1, Morgado “depositava grande confiança na segurança digital do iCloud” – o que facilitou o trabalho da Polícia Federal.
O esquema utilizava diversas frentes para esconder a origem do dinheiro, incluindo apostas ilegais, rifas, empresas de fachada, criptomoedas e transferências para o exterior. A descoberta levou à emissão de 39 mandados de prisão temporária e 45 mandados de busca e apreensão em oito estados brasileiros e no Distrito Federal.
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